Você acha que a direita brasileira é unida? Pensa de novo. No Flow News #029, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) soltou uma das frases mais pesadas do ano: "é rato comendo rato". Ele tava falando da famosa caminhada de Nikolas Ferreira até Brasília, e segundo ele, aquilo não era apoio ao Bolsonaro não. Era pura disputa de poder dentro do que ele chama de extrema-direita.
E não para por aí. Enquanto a galera debatia quem manda mais na direita, Carlos Tramontina e a economista Olívia Carneiro detonaram um escândalo financeiro que tá deixando o Brasil de cabelo em pé: o esquema do Banco Master, que pode envolver ministros do STF, bilhões desviados e uma fraude que vai fazer todo mundo pagar a conta.
Ah, e teve Lucas Pavanato, aliado de Nikolas, tentando se defender das críticas sobre o raio que caiu na manifestação e feriu pessoas. Resumindo: foi treta, denúncia e revelação bombástica do começo ao fim. Bora entender essa loucura?
A guerra interna que ninguém esperava
Quando Glauber Braga sentou no Flow News, ninguém imaginava que ele ia ser TÃO direto. O deputado do PSOL analisou a caminhada de Nikolas Ferreira como uma jogada política pra desbancar a família Bolsonaro do trono da extrema-direita. Nas palavras dele: "o Nikolas Ferreira dá uma cagada pro Eduardo Bolsonaro como se ele tivesse atrapalhando o almoço".
E aí ele soltou a frase que já tá viralizando: "é rato comendo rato essa é a disputa, o Nikolas Ferreira sai fortalecido dessa disputa junto à extrema direita nessa disputa com a família Bolsonaro". Cara, a sinceridade foi tanta que até Igor e Tramontina ficaram em silêncio por uns segundos processando.
Glauber deixou claro que, na visão dele, Nikolas tá se cacifando como o novo líder dos que ele chamou de fascistas. E que a caminhada toda foi uma forma de mostrar força própria, não de apoiar o ex-presidente. Plot twist total na narrativa que todo mundo conhecia.
O golpe do Banco Master que vai te deixar puto
Mas se você acha que a treta política foi pesada, espera até ouvir sobre o Banco Master. Tramontina começou o programa já nervoso: "parece que esse daqui é o tipo de merda que quanto mais mexe mais fede". E ele não tava exagerando.
Olívia Carneiro explicou de um jeito que até sua vó entenderia: "O Banco Master foi criando o mundo em cima do vazio". Basicamente, o banco comprava dívidas podres (aquelas que ninguém vai pagar nunca) e registrava como se fossem ativos valiosos. Com isso, inflava o patrimônio e oferecia rendimentos absurdos pros clientes - tipo 140% do CDI. Óbvio que era pirâmide, né?
E aqui vem o pior: pra se proteger e continuar o esquema, o dono Daniel Vorcaro foi amarrando gente poderosa no negócio. Ex-ministros da Fazenda, políticos, etc.
Quando o STF vira personagem do escândalo
Ó a bomba: a esposa de Alexandre de Moraes tinha um contrato de 3,6 milhões com o Banco Master. Os irmãos de Dias Toffoli apareceram em transações suspeitas envolvendo um resort. E Tramontina não perdoou: "explica para mim como é que quem tem dinheiro para entrar num negócio de investimento e depois vende a sua parte e recebe milhões mora numa casa muito simples".
A lista de gente envolvida parece aqueles memes de "quanto mais você olha, pior fica": Michel Temer, Henrique Meirelles, Guido Mantega... Todos faziam parte do Conselho Consultivo do banco. E olha que ironia, o banco tava podre e eles lá "aconselhando".
Igor 3K resumiu o sentimento geral: "tá todo mundo ficando de saco cheio" dessa corrupção sistêmica que nunca acaba. E a conta? Ah, a conta quem vai pagar somos nós. Olívia explicou que essa fraude vai encarecer o crédito pra todo mundo. "É muito bonitinho que vamos todos pagar a conta de cartão de crédito de Daniel Vorcaro não é 1 milhão por mês", ela ironizou.
O raio, a polêmica e o cara de pau
Aí entra Lucas Pavanato, vereador e ativista bolsonarista que participou da caminhada de Nikolas. O cara veio pra se defender das críticas sobre o acidente do raio que feriu pessoas na manifestação. E olha, a defesa dele foi... ousada.
Pavanato jogou tudo na conta de "caso fortuito" e acusou a mídia de só ter dado atenção ao evento por causa da tragédia: "a mídia só se pronunciou e só deu a cobertura devido ao evento quando aconteceu uma tragédia isso mostra muito do envenenamento da mídia".
Tramontina não deixou barato e pressionou sobre a responsabilidade da organização em garantir segurança. A tensão rolou solta. E Igor aproveitou pra zoar: "tu é cara de pau hein tu andou os últimos 50 centavos da caminhada tu não foi de Minas até lá não". Pavanato admitiu que caminhou "uns 190 km" e não o percurso todo.
E ainda teve história de cachorro que mexe com todo mundo
No final do episódio, teve um momento mais pesado: a discussão sobre Orelha, um cachorro comunitário que foi espancado por adolescentes de classe média alta. Os suspeitos? Estavam nos Estados Unidos, na Disney.
Tramontina soltou uma reflexão que fica na cabeça: "o ser humano é capaz de coisas inacreditáveis para o bem e para o mal". Foi aquele momento de respiro necessário depois de tanta treta política e denúncia de corrupção.
E esse foi só o aperitivo. No episódio completo, o pessoal ainda fala sobre a liquidação do Banco Will, a situação dos pensionistas da Rio Previdência e até dá uma passada pelo vírus Nipah que tá rolando na Índia. Vale MUITO assistir pra entender a dimensão de cada escândalo!